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Beleza Inteligente

Afinal, o que é ser bonita? Qual é a cor certa dos olhos? Quais são as medidas ideais do corpo? Qual é a altura perfeita? Qual é o peso aconselhado?
Nós acreditamos que ser bonita é muito mais do que isto. Ser bonita é muito mais do que ter uma cara bonita. As mulheres não querem ser admiradas só pela sua beleza natural, mas pela forma inteligente como fazem as suas escolhas.

Ser bonita é ser inteligente. É ser intuitiva, imaginativa e curiosa. Ser bonita é uma condição que não envelhece, que não tem prazo, mas que se cultiva e perdura. É por isso que, com Cien, oferecemos a todas as mulheres uma alternativa inteligente para que estas cuidem da sua beleza.
A nossa missão diária será sempre essa: abolir os preconceitos e mostrar que nada é mais bonito que a inteligência.

Para auscultar de que forma é que a aparência pode influenciar a nossa perceção acerca de uma pessoa, desafiamos um conjunto de entrevistados com idades entre os 18 e os 55 anos a identificar as profissões e habilitações literárias de um conjunto de mulheres através de fotografias. Metade, eram mulheres particularmente bonitas e a outra metade, mulheres comuns.

Este estudo de mercado, desenvolvido pela Ipsos Apeme, uma empresa líder na análise e estudo de mercados, tendências e comportamento dos consumidores, concluiu que cerca de dois terços dos entrevistados (62%) respondeu que as mulheres “bonitas” teriam carreiras teoricamente ligadas ao estereótipo da beleza, como por exemplo modelos, hospedeiras ou promotoras. Este resultado é especialmente notório no caso dos homens entrevistados, subindo a percentagem para 65%.

Por oposição, no caso das mulheres ditas “comuns”, cerca de 62% dos homens entrevistados respondeu que estas deveriam ter cursos superiores e 70% que deveriam ter profissões associadas a habilitações literárias superiores (como Juíza, Engenheira ou Executiva).

Quando questionados sobre as habilitações académicas das fotografadas, metade da amostra total (50%) acha que as mulheres não têm curso superior. Ao analisarmos as respostas por género, descobrimos que 48% das participantes do sexo feminino assumiu que as mulheres “bonitas” não teriam curso superior, e 58% achou que eram todas modelos, hospedeiras ou promotoras.

Já as respostas relativas às fotos de mulheres “comuns” revelaram que, no caso dos homens, dois terços achou que as mulheres mais comuns teriam curso superior.

Foi também confirmada a existência de um fosso geracional: quanto mais velhos os entrevistados, maior a probabilidade de acharem que as habilitações serão mais baixas. Assim, 53% dos entrevistados entre os 45 e os 55 anos achou que estas mulheres não teriam mais do que um curso técnico enquanto que apenas 44 % dos entrevistados com idades compreendidas entre os 18 e os 24 achou o mesmo.

Provámos assim que beleza e inteligência podem mesmo andar de mão dada, e que existe a necessidade de as pessoas refletirem sobre as ideias pré-definidas que têm sobre os mais variados assuntos.